segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Mahabharata, Vimanas e os Extraterrestres

O Mahabharata é sem dúvida o texto sagrado de maior importância no hinduísmo e pode ser considerado um verdadeiro manual de psicologia-evolutiva de um ser humano. A obra discute o tri-varga ou as três metas da vida humana: kama ou desfrute sensorial, artha ou desenvolvimento econômico e dharma a religiosidade mundana que se resume em códigos de conduta moral e rituais, obrigatórios para quem deseja o desfrute e o poder econômico que adquire o desfrute.
A obra, assim com todos os demais textos sagrados hindus, possui um aspecto externo mitológico, como o de uma simples lenda mitológica sobre reis e príncipes, deuses e demônios, sábios e santos, guerra e paz. Mas o sentido exotérico, de certa forma oculto, na verdade versa sobre tri-varga, e sobre o objetivo mais importante da existência.

Este poema épico da Índia antiga é mais volumoso que a Bíblia e tem mais de 5000 anos. Nele estão descritas histórias intrigantes como a das Vimanas, máquinas voadoras, movidas a mercúrio e forte vento propulsor, teriam navegado a grandes alturas. As Vimanas podiam vencer distâncias infinitas, mover-se de baixo para cima, de cima para baixo e de trás para diante. Veículos espaciais com uma dirigibilidade de causar inveja! Nossa citação baseia-se na tradução de N. Dutt, Inglaterra, 1891:



"... Por ordem de Rama, o carro maravilhoso subiu com
enorme estrondo para uma montanha de nuvens..."

"... Bhima voou com sua Vimana num raio imenso, que
tinha o clarão do sol e cujo ruído era como o trovejar
de um temporal..." ( C.Roy,1889 ).


Descrições contidas nos Vedas e na literatura indiana recente falam de vimānas de várias formas e tamanhos:
- Nos Vedas: o sol e várias outras divindades são levadas em suas peregrinações por carruagens voadoras, com rodas, puxadas por animais, geralmente cavalos (já a carruagem do deus védico Picham é puxada por bodes)
- O "agnihotra-vimāna", com dois motores (?). (Agni significa fogo em sânscrito).
- O "gaja-vimāna", com mais motores (?) (Gaja significa elefante em sânscrito).
- Outros tipos, com denominações baseadas em animais, como o martim-pescador, o Íbis, e outros animais.


O Império Rama existiu há pelo menos 15.000 anos no norte da Índia. Aparentemente, existiu paralelo à civilização atlante, que pelos cálculos de Platão deve ter sido destruída há 12.000 anos atrás (submersa nas águas do Diluvio).
Possuía cidades sofisticadas, muitas ainda a serem encontradas no deserto do Paquistão, norte e nordeste da Índia. Algumas cidades com 5.000 anos já foram encontradas por arqueólogos, e são literalmente inexplicáveis. Numa época em que as pessoas deveriam estar vivendo em tendas,essas cidades já possuíam sistema de irrigação, esgoto, largas avenidas e iluminação pública. E o mais fascinante: quanto mais os arqueólogos escavam, mais encontram vestígios de outras cidades, ainda mais antigas, e ainda mais modernas! Infelizmente os pesquisadores se defrontaram com um lençol de água e não podem cavar mais.
As sete grandes capitais do Império Rama são conhecidas nos textos Védicos como As sete cidades Rishi.

De acordo com os textos antigos, esse povo utilizava-se de máquinas voadoras que eram chamadas de Vimanas. Eles voavam na "velocidade do vento" e produziam um "som melodioso". Decolavam verticalmente e podiam pairar no ar, como um helicóptero. Havia pelo menos quatro tipos diferentes de Vimanas: Um dos tipos é descrito exactamente como imaginamos, um disco voador "clássico": circular, com portinholas e um domo.Outros em forma de pires, e outros como um longo cilindro (em forma de charuto). Todos batem exactamente com as descrições feitas hoje no mundo por pessoas que com toda a certeza desconhecem os Vedas.
Os textos antigos sobre os Vimanas são muitos, e envolvem desde a construção de um Vimana até manuais de vôo dos vários tipos de naves,alguns dos quais foram traduzidos para o inglês.  É curioso até aquilo que se observa numa placa com milhares de anos que faz parte duma coluna do Templo de Abydos (no Egipto)

No Mahabharata acham-se indicações tão precisas que fica-se com a impressão de que o autor tinha pleno conhecimento do que escrevia. Relata, cheio de horror, uma arma que podia matar todos os guerreiros que usassem metal no corpo: - quando os guerreiros eram informados a tempo da presença dessa arma, arrancavam de si todas as peças de metal que levavam, mergulhavam num rio e lavavam cuidadosamente seus corpos e tudo aquilo com que tivessem contato. Não sem motivo, como explica o autor, porque a arma causava o efeito de fazer cair os cabelos e as unhas das mãos e dos pés. Tudo que era vivo, lamenta ele, tornava-se pálido e fraco.

No 8º livro está, talvez, o primeiro relato sobre o lançamento de uma bomba de hidrogênio: "...Gurkha, a bordo de uma possante Vimana, arremessou um único projétil sobre a cidade tríplice..." O relato usa vocábulos, como temos na memória de histórias de testemunhas oculares da explosão da primeira bomba H no atol de Bikini: - fumaça branca incandescente, dez mil vezes mais clara que o Sol, teria elevado-se com brilho imenso e reduzido a cidade a cinzas.".

A que realidades apontam essas descrições? Poderiam ter existido realmente esses dispositivos? O pesquisador da antiguidade indiana Robert Gudman tentou responder a essas perguntas em artigo publicado na revista da Associação Internacional de Arqueologia. Apresentamos aos nossos leitores um resumo deste artigo.
“No ano passado, um número de investigadores de antiguidades da Índia foram seriamente empenhados na busca, coleta e decodificação dos manuscritos muito antigos que informavam sobre os Vimanas.
Um desses pesquisadores, o escritor e especialista em sânscrito Subramanyam Leu decifrou registros escritos sobre as folhas de palmeira, feitos há 800 anos e encontrado no distrito de Karnataka, no sul da Índia. Durante o período de 1975 para 1978 Leu descobriu textos antigos com a descrição das técnicas de fabricação dos Vimanas.


Com a esperança de usar esses dados na aviação moderna e nas técnicas espaciais, Ler os enviou ao diretor do Departamento Governamental Indiano, Prabhu, com a oferta de unir esforços na reprodução de algumas das características técnicas dos Vimanas. O diretor do Departamento informou ao cientista, que se tomou as medidas correspondentes para o problema mencionado e até obteve alguns sucessos.
Prabhu também estudou os textos das folhas de palmeira e obteve as descrições das estruturas das ligas, algumas das quais, como se construía fuselagens dos Vimanas. .Além disso, ele conseguiu em 1991  reproduzir essas ligas e realizou seus testes. Os resultados têm sido deslumbrantes. As propriedades únicas das ligas, a maneira  de fazê-las adequadas para utilização em aeronaves modernas, astronáutica e na ciência militar vieram à luz.
Em setembro de 1992 o jornal “Índia Expresse” publicou artigo confirmando que os textos encontrados no distrito de Karnataka não são mais do que a gestão na criação de superligas acima mencionadas, e como se reproduzem as mesmas sob descrições de cinco ligas que trabalham em cima das outras. O artigo em “Índia Express” informa também que, “em recente congresso na  Índia, Prabhu apresentou um relatório sobre as pesquisas”.


Revelou que decifrou as estruturas de 14 matérias a mais, incluindo “Bhandira Loha” (uma liga de insonorização) e “Vidyut darpana” (vidro, luz neutralizada.) Ainda segundo  Prabhu, os textos decifrados especificam quais  as áreas na Terra possuem depósitos dos minerais que são utilizados e explicar os seus métodos de extração e refinamento.
À luz do que foi afirmado pelo pesquisador Prabhu encontrou-se evidências reais na descrição do campo de batalha “Mahabharata” entre Arjuna (o herói da poesia épica) e os demônios invasores:

“Arjuna subiu no céu para pegar e aprender a utilzar a arma divina dos habitantes celestiais. Lá, o Senhor dos céus, Indra ordenou ao Arjuna a destruir o exército dos invasores, que eram em  número de 30 milhões desses seres”

“Indra transferiu para Arjuna a  máquina voadora pilotada pelo assistente do Senhor dos Céus , Malati. O dispositivo não só podia voar pelo ar, mas também superar os espaços debaixo d’água. Na batalha aérea os invasores (demônios) provocaram um dilúvio, mas a Arjuna, por meio da arma divina,secou toda a água “.


Mohenjo Daro, a cidade destruída por mil sóis

Outro texto intrigante, também hindu, é o Vymaanika Shaastra, escrito em sânscrito e que relata como eram construídos os famososVimanas, naves que os antigos possuíam e que carregavam poderosas armas de destruição em massa, como veremos logo abaixo). Esse tratado possui tantas informações sobre aeronáutica e armas bélicas de grande poder que nenhum especialista se atreve a dar um parecer sobre seu conteúdo e negá-lo.
Vamos recorrer, novamente, ao épico Mahabhárata (Grande Índia, em sânscrito, coleção de 18 livros, cujo 9º livro é o Bhagavad Gita), que relata a destruição da cidade de Mohenjo Daro, pois certas passagens soam bastante sugestivas, porque parecem fazer menção a artefatos bélicos:

“O valoroso Aswatthaman, resoluto,
tocou a água e invocou o braço de Agneya (o fogo).
Apontando para seus inimigos,
disparou uma coluna explosiva
que se abriu em todas as direções
e causou fogo como luz sem fumaça,
seguido de uma chuva de faíscas
que cercaram o exército dos Partha completamente…
Os quatro pontos cardeais cobriram-se de cinzas,
e um vento mal e violento começou a soprar.
O sol parecia girar ao contrário,
o universo parecia estar febril,
os elefantes, aterrorizados, correram por suas vidas…”

A água ferveu e os animais aquáticos demonstraram intenso sofrimento…
Continuando, lemos sobre outra poderosa arma, batizada de Narayana, que infectava tudo, inclusive as roupas dos que foram afetados nas guerras: “Os guerreiros retiraram suas armaduras e as lavaram na água”. Outras poderosas armas são citadas nesse livro épico do hinduísmo. Temos a Kamaruchi, ou flecha inteligente, que perseguia onde quer que se fosse – esta nos lembra os modernos mísseis teleguiados.
Temos ainda a Murchdhana, uma arma que anulava os sentidos humanos – um possível gás sonífero, igual à Nadana, que produzia alegria como o gás hilariante. Outra arma mencionada é a “flecha” Shabdavetiva, que desta vez seguia os sons e perseguia objetos ocultos, como os mísseis atuais que seguem ondas sonoras produzidas por aviões inimigos.
Há outro relato neste livro sagrado do hinduísmo:

“Quando o deus Rama foi ameaçado por um exército de macacos,
ele colocou sua flecha mágica em ação.
Esta produziu um trovão luminoso, mais forte que o calor de mil sóis,
transformando tudo em cinzas.
Os cabelos dos sobreviventes caíram,
suas unhas se desintegraram…”

O espantoso nisso tudo é que arqueólogos desenterraram, há cerca de 40 anos, a maior parte de Mohenjo Daro e corroboraram a passagem do Mahabhárata que acabamos de citar: eles desenterraram cadáveres que mostravam sinais de morte súbita, rápida e violenta – ou seja, sem indícios de luta ou resistência.
Foram encontradas dezenas de esqueletos em afazeres cotidianos, pouco antes de serem dizimados por uma catástrofe que os destruiu em segundos. Essa força inexplicável – para nós, um artefato nuclear – calcinou os ossos dos que estavam na cidade. Detalhe: não há vulcões na área, o que torna a história dessa cidade paquistanesa muito diferente de outras, como Santorini, que foi destruída pela lava de um vulcão.
Outra prova de que Mohenjo Daro sofreu uma destruição nuclear é que no epicentro da explosão acharam-se detritos negros e restos de areia, rocha e argila derretidas e vitrificadas.

Dentre as ossadas, as mais espantosas são as de uma família composta de pai, mãe e um menino que caminhavam juntos, de mãos dadas e caminhando por uma rua. Estes permaneceram insepultos, tombados no chão, esmagados por uma força inexplicável, enquanto caminhavam calmamente, que os esmagou, queimou e calcinou instantaneamente… Analisadas as amostras dessa “família”, constatou-se que elas foram expostas a uma temperatura de mais de 1,5 mil graus.
O momento da explosão é descrito da seguinte maneira, no Mahabhárata: “A fumaça branca e quente mil vezes mais brilhante que o sol ergueu-se em infinito brilho e reduziu a cidade a cinzas. A água ferveu, cavalos e carruagens pegaram fogo aos milhares e os cadáveres que caíram estavam mutilados pelo horrendo calor até não mais serem reconhecíveis”.

Tais evidências são mais do que suficientes para comprovarmos que nosso planeta já foi visitado anteriormente por civilizações extraterrestres. São provas tão irrefutáveis que é difícil até mesmo interpreta-las de outra forma, a não ser pelo prisma de que tecnologias avançadíssimas existiam no mundo antigo, tal como seres que distoavam totalmente da biologia terrestre.
A própria imagem das divindades hindus causa muita estranheza (azuis e com vários braços adicionais), evidenciando algo que, particularmente, interpreto como sendo uma forma de vida alienígena pensante e que interage diretamente com a antiga civilização hindu. O motivo para terem se evadido daqui é um mistério, porém acredito ser esse mais um dos intrigantes casos onde os fatos mostram-se fortemente por intermédio da ciência moderna e da assimilação dos antigos textos mostrados. Se houver alguma outra interpretação á cerca, abro-me as demais hipóteses. No entanto, pesarosamente acredito que dificilmente existirão.




Henrique Guilherme
Escritor e estudioso
Curioso a cerca dos grandes mistérios das antigas civilizações

17 comentários:

  1. Excelente e interessantíssima material, agradeço muito pelo conteúdo publicado.

    Por favor, continuem com o ótimo trabalho que vocês fazem aqui no blog.

    Michel

    ResponderExcluir
  2. eu vi nun video sobre esse caso, que encontraram niveis anormais de radiação nuclear no local

    ResponderExcluir
  3. eram os deuses astronautas?

    ResponderExcluir
  4. Não considero essa parte dos escritos hindus como presença extraterrestre, creio que eram uma civilização antes da nossa, humana mesmo só que de outra linhagem evolutiva, que tenha lá suas influências externas. Seria um tanto sem sentido achar que uma planetinha bonito como esse iria ficar milhões e milhões de anos sem ter uma civilização inteligente sequer.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tomara que essa civilização inteligente volte, pq a nossa tah foda!!!

      Excluir
    2. A civilização inteligente não voltará, pois a tecnologia que foi lhes dado ocasionou o afastamento de Deus.

      Excluir
  5. Eu tenho esse livro "VIMANAS - ASTRONAUTICA DA INDIA ANTIGA" e é simplesmente maravilhoso.

    ResponderExcluir
  6. Com o passar do tempo aparecem cada vez mais provas da existencia alienigina.Pra mim neste momento a questão não é se aliens existem, mas sim se eles estão aqui na terra? ou se não estam mais por que eles foram embora? temos q entender q a existencia de outros seres inteligentes é real,e não devemos nos perguntar se aliens existem,mas sim como ele são?o q pensam sobre nós?por q foram embora?sera q foram msm?se voltarem, quando sera? Pessoas como nós q acreditamos em seres extraterrestres se moracemos na India seriamos pessoas normais com pensamentos q todo indiano tem de q existem seres inteligentes por ai a fora.As provas esttão aii pra quem quiser ver.

    Ha e parabens de novo para o blog e para quem o faz,quanto mais eu procuro mais eu acho boas informações, parabens !!

    ASS: C.D.A

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Agostinho Fernandes.30 de outubro de 2013 14:21

      Pessoalmente acho que a humanidade na Terra vive em períodos cíclicos de uns quinze a vinte mil anos. Quando estão muito avançados, tecnicamente, surge algo, uma guerra, um dilúvio, etc., que aniquila tudo fechando o ciclo. Volta tudo a estaca zero e começa o novo ciclo., Neste momento estamos já na segunda metade do ciclo que estamos vivendo até o dia do fim do mesmo, muito provavelmente por uma guerra nuclear como já sucedeu quando foi da Guerra entre o Império Rama e a Atlântida, na altura que esta se afundou no Oceano Atlântico.
      Agostinho Fernandes.

      Excluir
    2. caro Agostinho, concordo inteiramente contigo.....o planeta terra e seus habitantes, vivem de ciclos em ciclos, quando a tecnologia e desenvolvimento, chegam a um nivel, alguma catastrofe(talves planejada por alguma inteligencia externa) se abate sobre o planeta, e destroi quase tudo que existe.....entao os poucos sobreviventes, recomecam tudo de novo, assim como nos tem mostrado a historia do planeta.

      Excluir
  7. e a verdade é q os indianos estão bem mais avançados do q nós ocidentais nessa questão de acreditar na verdade.

    Caio

    ResponderExcluir
  8. Incrível, post genial rapaz
    Me ajudou MUITO !!!

    ResponderExcluir
  9. Querem a verdade ? Pesquisem.

    O David Icke escreveu um livro com a parte ruim da história(os reptilianos).

    Não se prendam na vibração deles que é o medo(aprendam o necessário e os descartem para passar a estudar sobre os irmãos de outras raças que querem nos ajudar(arcturianos e pleiadianos por exemplo, a energia deles é de elevada vibração)

    Estes sites são confiáveis. Estudem sobre fisica quãntica para entenderem como funcionam as energias sutis.

    http://marceloganev.blogspot.com.br/2013/04/o-evangelho-do-reino-mensagem-perdida.html

    http://verdademundial.com.br/

    https://heiwaki.wordpress.com/category/arqueologia-proibida-a-historia-secreta-da-raca-humana/

    http://filosofiaimortal.blogspot.com/2015/02/a-linhagem-dos-deuses-e-elite-atual.html

    http://thoth3126.com.br/

    http://www.anunnakis.es/

    http://anunnaki.blog.com.es/

    http://www.frequenciasdebrilho.com.br/index.php/frequencias-de-brilho/historia

    http://portalarcturiano.webnode.com.br/os-arcturianos/

    http://despertardanovaconsciencia.blogspot.com/p/prof-laercio-fonseca-fisica-quantica-e.html

    ResponderExcluir
  10. Zecharia Sitchin e Erich von Däniken ,montaram um verdadeiro quebra cabeça da origens da humanidade.Mostra o elo perdido, que explica as lacunas que a biblia tem...Já acompanhei a serie "Alienígenas do Passado"...Meus parabéns pelo blog de mostra tudo isto....

    ResponderExcluir
  11. Soma-se este livro às teorias de Erich von Daniken, paasagens da Bíblia e detalhes sobre a Operação Prato e não há como ter dúvidas

    ResponderExcluir

Os editores do blog Ab Origine têm profundo amor e respeito pelo livre pensamento e liberdade de expressão, porém respeitamos ainda mais o leitor que busca um ambiente de respeito às opiniões.

Por isso optamos por moderar os comentários, que serão excluídos nas seguintes condições:

• Piadinhas e infantilidades
• Palavrões e ofensas
• Desinformação

Todos os outros comentários serão publicados, independente da opinião do leitor.